Quando somos crianças, tudo o que desejamos se torna bem mais simples do que parece. Os sonhos não têm limites porque não imaginamos barreiras, obstáculos, não criamos desculpas para não realizar o que queremos. Apenas sonhamos. E, como crianças, acreditamos que todos os nossos desejos podem se tornar realidade facilmente.

O foguete do João alcança a Lua, roda o espaço e cria uma nova sociedade em Marte.  Os desenhos coloridos da Maria viram obras de artes em uma exposição no Louvre. A menina que canta no banheiro cria uma banda de rock e roda pelo mundo com sua turnê. E o casalzinho apaixonado do recreio se casa, tem dois filhos e um cachorro.

Nossa imaginação na infância é muito fértil. E é interessante avaliar como muito de nossos sonhos de criança permanecem conosco – mesmo que congelados – por grande parte da nossa vida. Crescemos, criamos uma vida profissional, formamos família. Mas, quase sempre, esquecemos que, na verdade, a gente queria ser astronauta. Queria ser jogador de futebol, bailarina, ter uma banda e saltar de paraquedas. Queria inventar algo novo.

Em nossa vida de adultos é possível identificar algumas concretizações dos nossos sonhos de criança. Por motivos diversos, eles nem sempre são da mesma forma que imaginamos com o pensamento infantil sem maldade e sem muita noção do mundo de “gente grande”. Mas a experiência de vida nos ajuda a moldar nossos desejos e anseios e adaptar nossos sonhos à realidade.

Sim, é possível realizar – quando adultos – sonhos de criança. Basta que tenhamos em mente sempre uma pergunta básica, que remete à essência de cada um: “O que eu quero ser quando crescer?”. Por mais que o ser humano evolua e cresça ao longo da vida, as raízes criadas durante a infância podem ter grandes e precisos reflexos em nossa maturidade e podem nos ajudar a nos conhecer melhor.

E você, o que quer ser quando crescer?

Por Jorge Matos, Presidente da ETALENT

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