Quando você recebeu o resultado do seu perfil, deve ter ficado admirado com o que descobriu a seu respeito. Sua autoestima aumentou porque você sabe que tem aquelas características, mesmo que ninguém as tenha visto ainda ou valorizado. Ou ficou perplexo, pois gostaria de possuir outro tipo de característica. Vem tentando ser uma pessoa diferente, mas o resultado do gráfico demonstrou que, apesar das tentativas, você ainda não mudou os seus comportamentos básicos.

Isso ocorre devido às seguintes possibilidades:

PARECE, MAS NÃO É – essa pessoa apresenta no perfil todas as características, mas não faz uso na prática.

É, MAS NÃO PARECE – a pessoa não demonstra no perfil, mas aprendeu ao longo dos anos a ter algumas atitudes diferentes do seu perfil.

PARECE E É – essa pessoa está em perfeita sintonia com o seu perfil pessoal.

Por mais fiel que sejamos aos nossos perfis, sempre há o que melhorar. Enxugando os excessos (redimensionando) e desenvolvendo o que falta, estamos permanentemente realinhando nossos comportamentos com o nosso perfil. A pessoa amadurecida está, permanentemente, avaliando-se e identificando onde precisa fazer os consertos. O nosso eixo não é rígido. Ele é flexível, mas não móvel. Por isso, sofre influências do meio a cada instante e altera-se a partir delas. Quanto mais depressa reconhecemos o afastamento do nosso centro e tomamos a iniciativa para retornar a ele, mais rápido levantamos das quedas. A pessoa amadurecida sabe disso. Isto é o que a diferencia dos inconscientes, inconsequentes e acomodados.

Como visto, não basta imprimir o seu perfil, ler e guardar. É preciso entendê-lo e melhorá-lo.

Se você está fazendo psicoterapia, leve-o ao seu terapeuta e use-o como referência de trabalho.

Procure um aconselhamento individual e identifique como está usando suas características individuais. A partir daí, trace um planejamento para o seu futuro.

Por Jorge Matos, presidente da ETALENT

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