Você já ouviu alguém dizer “ele/ela é totalmente workaholic”?

Dificilmente essa expressão é usada como um elogio. Com origem em uma gíria da língua inglesa, a apalavra é usada para descrever alguém viciado em trabalho, dependente e compulsivo por assuntos profissionais. O workaholic tem grande dificuldade para se desconectar do trabalho, mesmo quando está em casa, criando um problema que afeta também seus familiares e amigos.

Esse tipo de comportamento em relação à própria carreira é prejudicial para quem preza por qualidade de vida, ainda que algumas vezes seja vista com bons olhos no meio corporativo.

Para uma atitude de alta performance, que engloba os três conceitos do Cubo de Competências, é fundamental também ter qualidade de vida, prezando por um bom sono, atividades físicas e foco no que está realizando naquele momento.

Ser workaholic não é saudável para a sua carreira e nem para a sua vida pessoal. Isso tem muito a ver com o que chamamos aqui na ETALENT de Ecologia Humana:

“O habitat primário do ser humano é seu próprio corpo, sua natureza essencial com a qual ele se relaciona com o mundo que o cerca. Essa interação pode ser positiva, quando é fonte de energia e impulso para as ações e reações do ser humano frente ao seu contexto ou negativo, quando mina sua energia e capacidade de lidar com o ambiente de forma produtiva. Isso significa que a qualidade do relacionamento do ser humano consigo mesmo afeta diretamente sua relação com o ambiente imediatamente próximo, além dele mesmo. É como se tratássemos da harmonia ou conflito entre dois ambientes – o interno e o externo, em vários níveis.”

E então, que tal mudar um pouco os seus comportamentos e priorizar mais a sua qualidade de vida, antes que você se torne mais um workaholic? Conte sempre com a gente no seu processo de mudança e autoconhecimento.

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