Estamos chegando a mais uma edição do festival de música mais esperado do ano.

O Rock in Rio arrasta multidões, desperta paixões, aglomera seus compradores em filas físicas e virtuais em busca de seus ingressos e promete o que cumpre: para quem vai, a vida começa agora, o mundo é nosso de vez e a gente não para mais cantar, de sonhar e de viver.

Em homenagem a chegada do festival, resolvemos fazer uma brincadeira bem divertida e categorizar o perfil comportamental das principais atrações através da Metodologia DISC.

Vamos começar?

Maroon 5

Esta é, com certeza, a banda Alto D do festival. Vão ter a sua própria noite como headliners do evento e ainda aceitaram substituir, repentinamente, a Lady Gaga. Eles já haviam feito isso em 2011, quando substituíram o Jay-Z.

De fato, eles não parecem estar preocupados em passar uma mensagem de “fominhas” ou de “caça-níqueis”, como também não estão preocupados com mudanças repentinas ou ter uma estrutura bem desenhada para aceitar seus desafios.

Eles simplesmente dizem SIM e se jogam de cabeça no resultado. Ao que parece, aceitariam tocar em todas as outras noites de bom grado.

Guns n’ Roses

Outra atração com um D bem alto. Uma banda que não se preocupa com as separações, brigas públicas, hiatos enormes entre os discos e muito menos com a demora para subir no palco.

O foco do G’n’R sempre foi tocar, tocar e tocar!

Não há uma obsessão com a imagem, popularidade, visão comercial ou qualquer coisa que prenda um artista moderno.

Autodeterminados, motivados e independentes, são o retrato fiel da Dominância.

Bon Jovi

Visual construído, megaproduções e refrões grudentos: Nada pode ser mais influente!

A banda do Mr.Jon conversa com os fãs, passa diversas mensagens em suas canções e esbanja carisma.

Red Hot Chilli Peppers

Outro exemplo de Alto I – Influência bem evidente.

Roupas extravagantes, um som inconfundível (e influenciador de outras bandas que estarão no festival como Incubus, por exemplo) e um poder de “quase hipnose” sobre o público com as danças (e a voz inconfundível) de Anthony Kiedis, a pegada do Chad Smith na bateria e a extrema virtuose nas cordas de Josh Klinghoffer (Frusciante, Navarro) e Flea.

Tears For Fears e Aerosmith

Não existe segurança e estabilidade maior do que assistir a esses shows! Vai ser como dar play no seu Spotify.

Duas bandas mais do que consagradas, dezenas de super hits de sucesso com direito a balançar os braços para o alto e cantar em alto e bom som (em inglês ou embromation, em dia de rock vale tudo, bebê!) quase o show todo.

Para quem não gosta de mudanças bruscas, improvisos e pretende prever como será divertida a experiência, estas são as bandas Alto S – eStabilidade.

The Who e Pet Shop Boys

Se você espera assistir a um show tecnicamente perfeito, com elementos visuais e sonoros em perfeita sintonia, guitarras e samplers harmonizados com maestria e uma experiência sonora altamente elaborada, estas são as atrações com Alto C – Conformidade!

Evidentemente não daria para citar aqui todas as atrações do RiR e a escolha acabou sendo influenciada pelo gosto pessoal deste que vos escreve, mas é claro que as outras (ótimas) atrações também têm as suas características e agora cabe a você, a partir dessa brincadeira, tentar desvendá-las.

Para finalizar, esperamos que você que vai ao festival (presencialmente ou pela TV, como eu) tenha dias inesquecíveis de muita música e diversão.

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