Guia Completo Metodologia DISC

Dinheiro ou felicidade? Essa é uma pergunta que pode causar um nó quando o assunto é avaliar propostas de emprego. Um bom salário pode ser tentador, mas é preciso considerar a rotina do trabalho para que o profissional se mantenha motivado e possa até mesmo evitar problemas de saúde.

Mas como fazer a melhor escolha? Se você tem dúvidas quanto aos critérios para decidir qual a melhor opção, veio ao lugar certo.

O artigo de hoje levantou algumas questões que devem ser considerados antes de aceitar uma proposta. Continue a leitura e conheça os principais pontos. Acompanhe.

Remuneração total

Quem está em busca de uma oportunidade de emprego geralmente pensa no salário em primeiro lugar, mas, durante o exercício da função, começa a se questionar o que vale mais a pena: dinheiro ou felicidade.

Certamente, você reconhece o potencial do seu trabalho, mas o cenário econômico brasileiro ainda é instável, e isso acaba se refletindo no mercado de trabalho, que pode cortar os colaboradores mais caros a qualquer momento.

Valorize o que a empresa tem a oferecer enquanto remuneração total, que consiste no valor do seu salário, atrelado a outros benefícios que aumentam o poder de compra, como o vale-alimentação e os clubes de descontos.

Quando o RH apresentar o auxílio-creche, os vales descontos, o acesso a uma associação com piscina e churrasqueira e demais políticas de vantagens, coloque na ponta do lápis o quanto o seu salário pode render e como isso causa um impacto significativo na qualidade de vida da sua família.

Desenvolvimento profissional: dinheiro ou felicidade?

O crescimento é importante, não somente dentro da empresa, mas na carreira. O quanto essa nova oportunidade de emprego pode contribuir para que você seja um profissional de ponta?

Considere as parcerias que a empresa tem com instituições de ensino e os investimentos em treinamentos e programas de educação corporativa.

Plano de carreira

Aliado ao desenvolvimento profissional, fique de olho se a empresa conta com uma política de plano de carreira. Afinal, escolher entre dinheiro ou felicidade não precisa ser uma escolha única.

Empresas que permitem que seus colaboradores sejam promovidos em suas funções certamente valorizam o trabalho dos profissionais e reconhecem todo o esforço.

Esse reconhecimento, junto ao aumento da remuneração, promove a satisfação pessoal e profissional. Afinal, é maravilhoso desempenhar uma atividade consciente de que é possível alcançar um objetivo maior.

Clima Organizacional

O clima organizacional talvez seja o elemento de maior importância quando o assunto é felicidade no trabalho e aqui o papel do RH é fundamental.

Uma empresa preocupada em gerenciar os conflitos internos, estabelecer uma boa comunicação interna e dar abertura para que o colaborador exponha suas opiniões, dúvidas e problemas têm grandes chances de ser um ambiente muito agradável para trabalhar.

Benefícios

Ao longo do artigo, falamos sobre os benefícios concedidos pelo contratante. Hoje, vale-alimentação e plano de saúde assumiram o posto de pacote básico, e você pode se surpreender positivamente com o mercado de trabalho.

Muitas organizações já proporcionam vantagens bastante criativas, como carga horária flexível, home office para algumas funções, universidade corporativa e ingressos para o cinema.

Ao mesmo tempo em que você é profissionalmente valorizado, os profissionais de recursos humanos também mostram que estão preocupados com a sua vida pessoal – afinal, mente tranquila e descansada ajuda a exercer suas atividades com mais vigor.

Dinheiro ou felicidade podem andar de mãos dadas, sem a necessidade de ser uma via de mão única. Avalie os prós e contras de cada proposta, pense no seu futuro, da sua família e acerte na escolha.

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