Estima-se que 75% das empresas na lista S&P500 – algumas das maiores do mundo – sejam substituídas até 2017, segundo matéria da Exame. Essa ameaça não vem dos grandes negócios, mas, sim, do modelo de gestão de startups, que estão mais inovadores do que nunca.

Por essa razão, é preciso aprender com as empresas iniciantes, que se destacam cada vez mais no mercado. Mesmo com poucos recursos e equipes enxutas, elas são capazes de alcançar grandes resultados e mudar as regras do “jogo” à seu favor.

Pensando nisso, criamos um guia especialmente para você com algumas lições sobre o modelo de gestão de startups. Continue lendo e fique por dentro do assunto!

Mantenha o foco em resultados reais

Engana-se quem olha para uma startup e vê apenas o clima descontraído e os benefícios diferenciados, pois elas, também, são extremamente focadas em resultados. Por isso, utilizam técnicas como o modelo de gestão à vista, ciclo construir-medir-aprender e o Kanban.

Também é importante destacar que grande parte das decisões envolvem o acompanhamento das métricas e indicadores de desempenho. É comum que haja a medição da lealdade dos clientes, absenteísmo das equipes e valor médio das vendas, por exemplo.

Dissemine a ideia de intraempreendedorismo

A verdade é que muitas startups fazem com que os seus talentos pensem como donos, recompensando-os de acordo com o sucesso e o crescimento da empresa. Isso tem uma forte influência na inovação e na busca por soluções para os problemas diários.

Nesse caso, as práticas são as mais diversas. Algumas startups coletam feedbacks dos seus talentos e os utilizam para promover melhorias. Outras, permitem que os próprios funcionários dediquem parte do expediente à execução de projetos paralelos.

Invista na estrutura horizontal de trabalho

A grande maioria das empresas apresenta uma estrutura vertical, com cadeia de comando bem delineada e definição clara de quem possui o poder. Muitas startups já desafiam essa tradição, investindo em um modelo horizontal, em que todos adquirem certo grau de autoridade.

Uma das pioneiras no assunto foi a Zappos, e-commerce de sapatos norte americano. Ela apostou na holocracia – como é chamada a estrutura horizontal. Como resultado, é uma das empresas mais amadas pelos clientes e pelos talentos que buscam emprego.

Tenha uma bandeira pela qual lutar

É quase impossível ver uma startup que não tenha um propósito grandioso. Dessa forma, temos outra lição: o negócio não existe apenas para gerar dinheiro, mas, também, para contribuir para a melhoria do mundo ou de uma comunidade próxima. Assim, o trabalho se revela uma paixão.

Segundo a PwC, empresas que possuem verdadeiros propósitos são 2.3 vezes mais eficazes em reter talentos. No caso da geração Y, esse número é de 5.3 vezes. Para criar um propósito, comece pensando: “se minha empresa não existisse, o que o mundo perderia?”.

Veja, agora você está por dentro do assunto! Aproveite para implementar essas dicas em seu empreendimento, fazendo as devidas adaptações. Assim, conseguirá se destacar da concorrência, além de atuar com competitividade e inovação.

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