“Quem não se comunica se trumbica”
Chacrinha

Certo estava o velho guerreiro Chacrinha, que, desde a década de 1960 tinha uma clara percepção do poder da comunicação.

Todos os dias, somos desafiados a encontrar maneiras mais eficazes de nos comunicarmos, seja na vida profissional ou pessoal. Somos impactados por informações a cada instante e por todos os lados. Vivemos a explosão da comunicação, que nunca foi tão ágil, abundante e acessível.

A pandemia da COVID-19 é um bom exemplo disso. Com ela, tivemos que nos adaptar a novas formas de trabalho e relacionamento – e a comunicação é ponto fundamental nesses dois aspectos da vida cotidiana. O isolamento social nos impôs a transformação digital: sem podermos circular normalmente, as reuniões, o restaurante e o cinema – entre outros – foram parar dentro dos smartphones (hoje há aplicativo para tudo!). E, para mitigar ruídos ou problemas nesses relacionamentos virtuais, ter uma comunicação eficaz é absolutamente fundamental.

Diante deste cenário, chegamos a um questionamento: como os profissionais estão lidando com todas essas mudanças na forma de se comunicar? Jornalistas, publicitários, líderes, pais, educadores, empresários, políticos e o público em geral… Todos precisam adaptar-se à nova realidade que se apresenta imediatamente – e se reinventar nela.

Um caminho poderoso e efetivo para isso é o autoconhecimento. O mundo passa por um momento de reestruturação sem precedentes. E nunca foi tão importante para o profissional entender a sua essência comportamental e dimensionar seus conhecimentos e habilidades, de maneira que consiga desenvolver um trabalho de relevância para a comunidade em um momento tão peculiar como este.

 

Qual o papel social da ETALENT nesse contexto?

No modelo do cubo de competências desenvolvido pela ETALENT, entendemos que os profissionais precisam alinhar os conhecimentos e as habilidades adquiridos ao longo do tempo ao seu comportamento, para conseguirem maximizar os resultados e desenvolverem atitudes de alta performance. Portanto, entender o nosso talento nos dá a oportunidade de trilhar nossa trajetória profissional de forma mais orgânica para o nosso “eu”, transformando as tarefas cotidianas em ações que nos trazem sensação de completude e naturalidade. Ajudar pessoas e empresas a encontrarem um caminho mais ecológico em relação ao trabalho é um desafio que a ETALENT vem trilhando com maestria ao longo das décadas.

 

Partindo da premissa que o ser humano está em constante desenvolvimento, colocar luz sobre as nossas proficiências permite-nos buscar o caminho natural do autodesenvolvimento e identificar aquilo que realmente faz sentido para nós, permitindo-nos ter atitudes de alta performance. Ao estarmos verdadeiramente engajados em uma atividade, atingimos uma fluidez com a qual não podemos colher nada menor do que resultados exponenciais.

“Tornam-se gênios aqueles que, devido a uma misteriosa
sorte e o autoconhecimento, fazem aquilo que nasceram para fazer.”
Sihan Felix

Winston Churchill, ex-primeiro ministro do Reino Unido nas décadas de 1940 e 1950, tem uma frase inspiradora para o momento que vivemos: “nunca deixe uma boa crise ser desperdiçada”. Ele se referia às condições em que o mundo se encontrava no pós segunda guerra. O que se observa é que, em tempo difíceis, é preciso questionar a realidade tal qual a conhecíamos (antes). Na crise, soluções rápidas para os desafios que aparecem podem ser encontradas fora do direcionamento que costumávamos ter.

A comunicação se tornou estratégica para ajudar a suavizar os impactos que o mundo e a sociedade como um todo irão sofrer. E entender o próprio estilo de comunicação é um fator de sucesso nessa ação. Partindo deste ponto, a ETALENT publicou no início deste mês a pesquisa Talento Brasileiro da Comunicação, que apresenta dados e informações que descrevem com precisão e profundidade como os profissionais dessa área atuam e se comportam. A publicação também destaca as lacunas que estes profissionais devem desenvolver, especialmente nesse momento em que comunicar-se bem é tão crucial.

Há uma trajetória a percorrer do ponto em que estávamos para o novo mundo que encontraremos pós-pandemia. Não sabemos se pior ou melhor, mas certamente será bem diferente.

 

Que tal saber mais sobre como tornar a comunicação entre os colaboradores da sua equipe menos impessoal e mais eficiente em tempos de quarentena?
Leia o artigo “Os fatores DISC e o trabalho remoto“.

Compartilhe com seus amigos:


Deixe seu comentário: