Guia Completo Metodologia DISC

Os diálogos sobre diversidade e inclusão têm gerado alerta e preocupação aos profissionais de RH. Motivados pela necessidade de adequação a cotas da legislação trabalhista ou em melhorar sua cultura organizacional, eles se deparam com diversos desafios em cada processo da área – para que a organização seja devidamente inclusiva.

Nada pior do que tratar diferentes como iguais.

O jargão acima é usado em gestão de pessoas e comumente desconsiderado por muitas empresas, que ainda contratam e capacitam pessoas de forma padronizada, desconsiderando quem são em sua essência.

Mas afinal, do que realmente falamos quando o tema é diversidade e inclusão?

Diversidade

Diversidade é falar de todos nós. A diversidade humana em características culturais, biológicas, sociais, e econômicas que nos tornam seres únicos.

Inclusão

Já a inclusão é a valorização e inserção de população que por questões históricas e sociais, enfrentam barreiras na sociedade e nas empresas.

Como desenvolvê-las no seu RH

Mas e no universo de RH? É sobre como devemos atrair, recrutar, selecionar, receber e treinar profissionais PcD, negros, LGBTQIA, seniores ou mulheres líderes? De forma muito otimista, é isso sim.

Se uma organização apresenta programas para todas estas frentes, ela é considerada um benchmarking, já que numa grande parcela das empresas os programas de diversidade e inclusão tratam apenas de PcDs e negros.

Diversidade é convidar qualquer pessoa para uma festa. Inclusão é convidá-la para dançar. E ampliando, preocupar-se se ela tem roupa para a festa e ensiná-la a dançar.

A metáfora acima reforça a importância de investirmos na diversidade – que são aspectos diferenciais e estratégicos para seu negócio. Mas não basta apenas assumir um discurso inclusivo: precisa ser genuíno, real. E para tal é preciso ser empático.

Muitas empresas assumem ser diversas e inclusivas apenas porque contratam profissionais de todos os grupos que já citamos. Porém, não há preocupação em mudar suas políticas internas, modelos de desenvolvimento ou forma de comunicação para considerar todos os colaboradores.

Há muito a ser feito – e não serão apenas mudanças em formulários e alguns procedimentos que nos ajudarão a evoluir na temática. É preciso começar pela mudança de cultura e do mindset da liderança e profissionais de RH.

O papel do comportamento

Certa vez num fórum de RH, ouvi diversas dúvidas e inquietações de líderes. Grupos de trabalho foram criados para que juntos pensássemos nos grandes problemas e soluções para cada grupo.

Apesar de todos estes desafios, foi consenso entre os participantes que uma sábia solução inicial seria utilizar as análises do perfil comportamental para a contratação de um colaborador. Independente de suas opções, diferenças ou necessidades, o comportamento pode nos guiar à escolhas felizes – de pessoas ideais para o lugar certo.

Como todo ser humano é único e seus talentos e dons também, temos uma enorme diversidade comportamental. O que há de melhor nesta diversidade? A possibilidade de encontrarmos pessoas e profissionais incríveis.

Não há um perfil comportamental melhor que outro. Temos perfis comportamentais mais adequados e outros menos a um cargo. Esta é a primeira reflexão que um profissional de RH, em especial um recrutador, deve ter.

Formar um time diverso deveria ser um objetivo de toda a liderança, pois isto significa unir pessoas de culturas, aprendizados e histórias de vida diferentes para o alcance de objetivos comuns, potencializando o melhor de cada um.


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