O impacto da NR-1 na liderança: como gestores despreparados podem aumentar riscos psicossociais

O impacto da NR-1 na liderança: como gestores despreparados podem aumentar riscos psicossociais

A atualização da NR-1 ampliou a forma como as empresas devem enxergar a saúde e a segurança no trabalho. Ao incluir os riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), a norma reforça que fatores como sobrecarga, assédio, pressão excessiva, conflitos interpessoais e insegurança psicológica também precisam ser monitorados e prevenidos pelas organizações. Mais do que uma mudança regulatória, trata-se de um reconhecimento de que a saúde mental está diretamente ligada à forma como o trabalho é estruturado e gerenciado.

Nesse contexto, a liderança assume um papel ainda mais estratégico. Afinal, gestores influenciam diariamente a experiência dos colaboradores por meio da definição de prioridades, distribuição de demandas, comunicação, feedbacks e tomada de decisões. Quando essa gestão acontece de forma equilibrada, ela contribui para o engajamento e a sustentação da performance. Por outro lado, quando é marcada por despreparo, falta de clareza ou comportamentos inadequados, pode se tornar uma importante fonte de desgaste emocional.

Esse debate ganha ainda mais relevância diante dos indicadores de saúde mental no trabalho. Dados da Previdência Social mostram que os afastamentos por burnout cresceram mais de 800% entre 2021 e 2025, evidenciando um cenário em que o adoecimento emocional passou a representar um desafio crescente para empresas e trabalhadores. Embora as causas sejam múltiplas, diversos estudos apontam que a qualidade da liderança figura entre os fatores que mais influenciam o bem-estar e a permanência das pessoas nas organizações.

Por isso, a discussão proposta pela NR-1 vai além da criação de políticas e processos. Ela exige que as empresas reflitam sobre como suas lideranças impactam o ambiente de trabalho e sobre o papel da gestão na prevenção dos riscos psicossociais. Mas, afinal, como isso acontece dentro das organizações? É o que você vai descobrir no artigo de hoje. Boa leitura! 

 

O que a NR-1 considera riscos psicossociais?

Como gestores despreparados aumentam riscos psicossociais?

O erro clássico: promover especialistas para liderar pessoas

Segurança psicológica: a nova responsabilidade das lideranças

Como identificar riscos de liderança antes que eles virem problemas?

Employee Behavior Management (EBM): liderança baseada em comportamento

Conclusão: a NR-1 transforma liderança em tema estratégico

 

O que a NR-1 considera riscos psicossociais?

A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) estabelece as diretrizes gerais de saúde e segurança do trabalho no Brasil e funciona como a base para a gestão dos riscos ocupacionais nas organizações. Seu principal objetivo é orientar as empresas na identificação, avaliação e controle de fatores que possam comprometer a saúde e a integridade dos trabalhadores. Com a atualização recente da norma, ocorrida em maio de 2026, os riscos psicossociais passaram a receber ainda mais atenção, tornando-se parte da lógica de prevenção exigida pelo Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Na prática, isso significa que aspectos relacionados à saúde mental e ao ambiente organizacional deixam de ser tratados apenas como temas de bem-estar e passam a integrar a gestão formal de riscos das empresas. A mudança reconhece que o trabalho pode gerar impactos não apenas físicos, mas também emocionais e psicológicos, exigindo uma atuação mais preventiva por parte das organizações.

Entre os principais riscos psicossociais estão a sobrecarga de trabalho, a pressão excessiva por resultados, o assédio moral, a ambiguidade de função, os conflitos recorrentes entre equipes, a falta de reconhecimento e a insegurança psicológica. Embora possam se manifestar de maneiras diferentes, todos têm algo em comum: estão fortemente ligados à forma como o trabalho é organizado, conduzido e vivenciado pelas pessoas.

Por isso, nem sempre a origem do problema está na atividade desempenhada. Em muitos casos, o fator de risco está na dinâmica organizacional. Uma mesma função pode ser exercida de maneira saudável em um contexto e gerar elevado desgaste emocional em outro, dependendo da liderança, da cultura da empresa, da clareza dos processos e das condições oferecidas para a realização do trabalho.

Essa é uma das principais contribuições da atualização da NR-1: ampliar o olhar das organizações para além dos riscos tradicionais e reconhecer que fatores relacionais, comportamentais e organizacionais também podem comprometer a saúde dos colaboradores e os resultados do negócio. Até porque o risco psicossocial raramente surge de forma isolada –  maioria das vezes, ele nasce da relação entre pessoas, liderança e contexto de trabalho, como veremos nos tópicos a seguir. 

 

 

Como gestores despreparados aumentam riscos psicossociais?

Quando se fala em riscos psicossociais, é comum que a atenção recaia sobre fatores como excesso de trabalho ou pressão por resultados. No entanto, a forma como esses elementos são administrados costuma ser tão importante quanto sua existência. Nesse contexto, lideranças despreparadas podem se tornar uma das principais fontes de desgaste emocional dentro das organizações.

Isso acontece porque gestores exercem influência direta sobre a experiência cotidiana dos colaboradores. São eles que definem prioridades, distribuem demandas, estabelecem expectativas, conduzem conversas difíceis e servem como principal ponto de contato entre a empresa e as equipes. Quando essa atuação ocorre sem preparo adequado, comportamentos aparentemente comuns podem gerar impactos significativos sobre o bem-estar das pessoas.

O microgerenciamento é um exemplo frequente. Líderes que monitoram excessivamente cada atividade, centralizam decisões e demonstram pouca confiança nos profissionais tendem a criar ambientes de tensão constante. Da mesma forma, a comunicação agressiva — ou, em alguns casos, a ausência de comunicação — pode gerar insegurança, conflitos e dificuldades de alinhamento.

Outro fator recorrente é a falta de clareza. Metas contraditórias, mudanças constantes de direcionamento e expectativas mal definidas aumentam a sensação de incerteza e dificultam a organização do trabalho. Quando isso se soma a cobranças desproporcionais, pressão contínua e ausência de reconhecimento, o risco de desgaste emocional se torna ainda maior.

É importante destacar que esses comportamentos nem sempre estão associados à má-fé ou à intenção de prejudicar as equipes. Em muitos casos, o problema está na falta de preparo para liderar pessoas ou em, simplesmente, não ter o comportamento adequado para isso. Historicamente, muitas empresas promovem profissionais por seu desempenho técnico, sem considerar se eles possuem as competências necessárias para desenvolver, engajar e orientar outros indivíduos.

Sob a ótica da NR-1, essa discussão ganha uma nova dimensão. Se a liderança influencia fatores como sobrecarga, insegurança psicológica, conflitos e reconhecimento, ela também influencia diretamente os riscos psicossociais que a norma busca prevenir. Por isso, desenvolver gestores deixa de ser apenas uma iniciativa voltada à performance e passa a fazer parte da própria estratégia de saúde organizacional. Nem toda liderança tóxica é mal-intencionada, mas toda liderança despreparada tem potencial para gerar impactos negativos sobre as pessoas e o ambiente de trabalho.

 

 

O erro clássico: promover especialistas para liderar pessoas

Um dos equívocos mais comuns nas organizações acontece quando profissionais de alto desempenho técnico são promovidos a cargos de liderança sem que suas competências comportamentais sejam consideradas. Embora a decisão pareça lógica à primeira vista, ela parte de uma premissa equivocada: a de que ser excelente na execução de uma atividade significa, automaticamente, ser capaz de liderar pessoas.

Na prática, executar e liderar exigem competências diferentes. Enquanto especialistas costumam se destacar pelo domínio técnico, conhecimento aprofundado e capacidade de resolver problemas específicos, a liderança exige habilidades relacionadas à comunicação, influência, gestão de conflitos, desenvolvimento de pessoas, tomada de decisão e construção de relacionamentos de confiança.

Essa diferença ganha ainda mais relevância diante da atualização da NR-1. Se os riscos psicossociais estão diretamente ligados à forma como o trabalho é organizado e gerido, a qualidade da liderança passa a ser um fator crítico para a saúde organizacional. Um gestor tecnicamente brilhante, mas despreparado para lidar com pessoas, pode contribuir para ambientes marcados por insegurança psicológica, excesso de pressão, conflitos recorrentes e desgaste emocional.

Sob a ótica da ETALENT, esse cenário está diretamente relacionado ao conceito de adequação comportamental. Nem toda pessoa possui, naturalmente, as características mais compatíveis com funções de liderança. Isso não significa que alguém não possa desenvolver competências de gestão, mas reforça a importância de compreender se existe alinhamento entre o perfil comportamental do profissional e as demandas do cargo que ele ocupa.

É justamente essa lógica que sustenta o princípio da “pessoa certa no lugar certo”. Quando um profissional é direcionado para uma função incompatível com suas características naturais, o esforço necessário para desempenhar suas atividades aumenta significativamente. O resultado costuma ser mais desgaste, menor fluidez na execução do trabalho e impactos tanto para o indivíduo quanto para a equipe.

Dados do estudo Raio X dos Líderes, desenvolvido pela ETALENT, ajudam a ilustrar esse desafio. A pesquisa identificou a presença de perfis comportamentais classificados como situações especiais — indicadores de adaptação excessiva, esforço prolongado ou atuação distante das tendências naturais. Entre os líderes avaliados, 11,5% apresentaram perfil comportamental estendido, associado à necessidade de reproduzir comportamentos intensificados ou fora de contexto. Outros 2,67% apresentaram perfil comprimido, geralmente relacionado à pressão constante para se adaptar a cenários incompatíveis com suas características comportamentais.

Esses indicadores dialogam diretamente com o conceito de ecologia humana, uma das bases da metodologia da ETALENT. Segundo essa visão, profissionais tendem a apresentar melhor desempenho, maior bem-estar e menor desgaste quando exercem funções compatíveis com suas tendências comportamentais. Quando isso não acontece, o esforço contínuo para sustentar comportamentos artificiais pode gerar exaustão, comprometer a tomada de decisão e afetar a qualidade da liderança exercida.

Em um contexto em que a NR-1 exige atenção crescente aos fatores que podem desencadear riscos psicossociais, compreender a adequação comportamental das lideranças deixa de ser apenas uma estratégia de desenvolvimento e passa a representar também uma medida preventiva. Afinal, como vimos, muitas crises de liderança começam quando a empresa confunde competência técnica com competência para gerir pessoas.

 

 

Segurança psicológica: a nova responsabilidade das lideranças

Entre os diversos fatores que influenciam a saúde mental no trabalho, poucos têm tanto impacto quanto a sensação de segurança que as pessoas experimentam dentro de suas equipes. Em um contexto marcado pela atualização da NR-1 e pela crescente atenção aos riscos psicossociais, a segurança psicológica deixa de ser apenas um conceito associado à cultura organizacional e passa a se tornar uma responsabilidade estratégica das lideranças.

O termo se refere à percepção de que o ambiente é seguro para que as pessoas expressem opiniões, façam perguntas, apontem problemas, compartilhem ideias e até reconheçam erros sem medo de constrangimento, punição ou retaliação. Quando essa segurança existe, os colaboradores tendem a participar mais, colaborar melhor e contribuir de forma mais ativa para os resultados da organização.

A construção desse ambiente depende diretamente do comportamento dos líderes. Relações baseadas em confiança, respeito, escuta ativa e comunicação transparente criam condições para que os profissionais se sintam valorizados e psicologicamente seguros. Por outro lado, ambientes marcados por críticas excessivas, exposição pública de erros, falta de diálogo ou posturas autoritárias costumam gerar medo, silêncio e afastamento emocional.

É importante destacar que segurança psicológica não significa ausência de cobrança ou redução de expectativas de desempenho. Empresas precisam de metas, responsabilidades e acompanhamento de resultados. A diferença está na forma como isso é conduzido. Ambientes psicologicamente seguros permitem que a cobrança aconteça sem intimidação, que o feedback seja utilizado para desenvolvimento e que os erros sejam tratados como oportunidades de aprendizado, e não como motivos de punição.

Essa distinção é particularmente importante quando se fala em riscos psicossociais. Muitas vezes, o desgaste emocional não surge da complexidade do trabalho em si, mas da insegurança constante gerada pela dinâmica da gestão. Quando as pessoas trabalham com receio de errar, de se posicionar ou de pedir ajuda, uma parcela significativa da energia que poderia ser direcionada para a produtividade passa a ser utilizada como mecanismo de autoproteção.

Por isso, a segurança psicológica se torna uma das principais ferramentas preventivas à disposição das lideranças. Mais do que promover bem-estar, ela contribui para a redução de conflitos, fortalece a colaboração, estimula a inovação e cria condições para uma performance mais sustentável ao longo do tempo. Até porque as pessoas performam melhor quando não precisam gastar energia se protegendo do ambiente.

 

 

Como identificar riscos de liderança antes que eles virem problemas?

Um dos maiores desafios na prevenção dos riscos psicossociais é que seus efeitos mais visíveis costumam aparecer apenas quando o problema já está instalado. Afastamentos por questões emocionais, pedidos de demissão, queda significativa de produtividade e conflitos graves são, muitas vezes, consequências de processos de desgaste que se desenvolveram ao longo de meses ou até anos.

Por isso, organizações que desejam atuar de forma alinhada à NR-1 precisam aprender a observar sinais mais precoces. Mudanças nos níveis de engajamento, aumento da rotatividade em equipes específicas, crescimento do absenteísmo, conflitos recorrentes, redução da participação em reuniões e feedbacks frequentes sobre problemas de gestão podem indicar que algo não está funcionando adequadamente na dinâmica da liderança.

Esses indicadores ganham ainda mais relevância quando aparecem de forma concentrada em determinados setores ou sob determinados gestores. Em muitos casos, o problema não está na atividade executada, mas na forma como o trabalho está sendo conduzido, comunicado ou organizado

O desafio é que muitas empresas ainda avaliam esses indicadores de maneira isolada ou apenas quando seus impactos já se tornaram evidentes. Uma gestão verdadeiramente preventiva exige acompanhamento contínuo, análise de tendências e capacidade de identificar padrões antes que eles se transformem em crises organizacionais.

É nesse contexto que comportamento e dados passam a assumir papel estratégico. A observação estruturada dos fatores que influenciam o bem-estar, a motivação e a adaptação das equipes permite que líderes e organizações atuem de forma mais assertiva, corrigindo rotas antes que o desgaste se converta em adoecimento, afastamentos ou perda de talentos. Mas, afinal, como fazer isso? É o que vamos ver no tópico a seguir.

 

 

Employee Behavior Management (EBM): liderança baseada em comportamento

Se a atualização da NR-1 reforça a necessidade de prevenir riscos psicossociais, uma questão se torna inevitável: como desenvolver lideranças capazes de criar ambientes mais saudáveis e sustentáveis? A resposta passa por compreender um fator frequentemente negligenciado pelas organizações: o comportamento.

É nesse contexto que surge o conceito de Employee Behavior Management (EBM), abordagem adotada pela ETALENT que utiliza dados comportamentais para apoiar a gestão e o desenvolvimento de pessoas. A premissa é simples: compreender como os indivíduos tendem a agir, se comunicar, tomar decisões e responder a diferentes contextos permite construir estratégias de gestão mais assertivas e menos baseadas em percepções subjetivas.

Na prática, o EBM contribui para reduzir vieses comuns na gestão de pessoas. Em vez de avaliar profissionais apenas por resultados, experiências anteriores ou impressões pessoais, a abordagem incorpora informações comportamentais que ajudam a compreender necessidades de desenvolvimento, potenciais desafios e fatores que influenciam a performance de cada indivíduo.

Esse olhar é especialmente relevante para as lideranças. Muitos gestores recebem treinamentos padronizados, apesar de enfrentarem desafios distintos e possuírem características comportamentais diferentes. Ao compreender seus padrões de comportamento, pontos fortes, limitações e gatilhos de pressão, os líderes podem desenvolver maior autoconsciência e aprimorar sua capacidade de gerir equipes de forma mais equilibrada.

Na ETALENT, essa lógica é viabilizada por meio do ETALENT Behavior System (EBS), plataforma que utiliza a metodologia DISC para mapear perfis comportamentais e gerar inteligência aplicada à gestão de pessoas. O objetivo não é rotular indivíduos, mas oferecer informações que permitam alinhar pessoas, funções e contextos de trabalho de maneira mais consistente.

Essa combinação entre ciência comportamental e tecnologia é uma das características que posicionam a ETALENT como uma Behavior Tech. Ao transformar comportamento em dado estratégico, torna-se possível apoiar decisões relacionadas ao desenvolvimento de lideranças, sucessão, formação de equipes e adequação comportamental com maior precisão.

Sob a perspectiva da NR-1, essa abordagem também fortalece a prevenção. Afinal, compreender como líderes e equipes interagem permite identificar fatores que podem favorecer ou reduzir riscos psicossociais antes que eles se transformem em problemas concretos para pessoas e organizações. Até porque lideranças melhores não surgem apenas do acúmulo de conhecimento técnico, mas da compreensão de como o comportamento influencia decisões, relacionamentos e resultados.

 

 

Conclusão: a NR-1 transforma liderança em tema estratégico

A atualização da NR-1 representa uma mudança importante na forma como as organizações enxergam saúde e segurança no trabalho. Ao incluir os riscos psicossociais na gestão ocupacional, a norma amplia a responsabilidade das empresas e reforça a necessidade de atuar preventivamente sobre fatores que impactam o bem-estar dos colaboradores.

Nesse contexto, a liderança assume um papel central. Como vimos ao longo deste artigo, muitos dos fatores associados aos riscos psicossociais — como sobrecarga, insegurança psicológica, conflitos, falta de reconhecimento e pressão excessiva — são diretamente influenciados pela forma como as equipes são conduzidas. Isso significa que a saúde mental no ambiente corporativo não depende apenas de políticas organizacionais, mas também da qualidade da gestão exercida no dia a dia.

Por essa razão, desenvolver lideranças deixa de ser apenas uma iniciativa voltada para performance e passa a fazer parte da própria estratégia de prevenção. Afinal, liderar pessoas exige competências específicas, autoconhecimento, preparo comportamental e capacidade de criar contextos que favoreçam tanto os resultados quanto a saúde dos profissionais.

Ao mesmo tempo, cresce a importância de ferramentas e metodologias capazes de apoiar esse desenvolvimento de forma mais objetiva. Compreender comportamento, reduzir vieses e utilizar dados para orientar decisões permite que as empresas formem líderes mais preparados para lidar com os desafios humanos que caracterizam o trabalho contemporâneo.

A lógica proposta pela NR-1 reforça uma tendência maior: gestão de pessoas, saúde mental e sustentabilidade organizacional estão cada vez mais conectadas. Empresas que desejam construir ambientes saudáveis e resultados consistentes precisarão olhar para a liderança não apenas como uma função operacional, mas como um elemento estratégico da gestão de riscos e da cultura organizacional. Em um cenário onde os riscos psicossociais passam a integrar a gestão organizacional, a qualidade da liderança deixa de ser apenas um diferencial de desempenho e passa a ser uma condição para a saúde das pessoas e a sustentabilidade dos resultados.

 

 

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